
Não é novidade q gosto de literatura (de boa qualidade, por favor!) e qdo vi minha cunhada Sinhá lendo o mesmo livro (e me indicando tb), me chamou a atenção.
Já havia ouvido muitos comentários a respeito. Muita gente já leu (mais 4 milhoes de exemplares vendidos!), está lendo ou tem vontade de ler. Hoje eu entendo os motivos.
Não se trata exatamente de um livro "religioso", digamos assim, mas acho q não deixa de ser divino. Mostra de uma maneira (espera... estou escolhendo o melhor adjetivo...) "diferente" o tratamento de Deus conosco diante dos nossos problemas...
No início, sinceramente achei q havia uma linha muito tênue separando a ficção da heresia e comecei a me preocupar, mas depois, acredito q consegui absorver a verdadeira intenção do autor que, ao meu ver, era mostrar q Deus não nos abandona, mesmo diante dos nossos mais terríveis problemas, e mesmo qdo nos sentimos verdadeiramente sozinhos, Ele sempre estará lá... Eu realmente acredito nisso.
Curiosamente, e totamente por acaso, enquanto escrevia esse post, descobri no site da Gazeta do Povo q justamente HOJE o autor William P. Young estará em Curitiba, em uma noite de autógrafos e conversa com o público... Sem dúvida, uma coincidência fascinante, não acham???..rs
"A Cabana, de uma maneira geral, pode ser analisado como um romance. "Ou um suspense", na definição do autor. Trata, a partir dos incidentes aglutinados, de amor, fé, relacionamentos pessoais e da vida de uma maneira geral. Pode até soar como auto-ajuda, mas não é.
A Cabana é outra coisa, que beira o inclassificável".
Vale a pena!


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