Todos nós queremos ser felizes, confere?... Então, diante disso, nos atiramos de cabeça à todas as oportunidades e prazeres possíveis (e impossíveis também!) e nos esquecemos de um pequeno detalhe: mais cedo ou mais tarde, a conta chega. Em quaisquer circunstâncias, até nas mais banais.
Não sou chocólatra (isso é ótimo, palmas pra mim!!), mas há quem devore, em um momento de tristeza ou melancolia, uma caixa inteira de chocolates e só vai se lembrar das consequências daquele ato "inofensivo" dias depois, quando tentar entrar daquele jeans e o zíper... não fechar!... Banal? Pode ser, mas aí está a conta sendo apresentada bem diante dos seus olhos. E lá se vão dias a fio nas dietas da sopa, da lua, do sol, de todo tipo de astro e constelação do sistema solar ou, pra facilitar, a água e alface mesmo. Sofrido, mas dá pra resolver.
Agora, e quando a história muda e se torna um pouco mais complexa?? Quando o problema envolve sentimentos não tem pão integral no mundo que resolva e, consequentemente o valor da conta também sobe.
Outra vez nós mulheres nos diferenciamos nos homens. Concordo que para toda regra há exceção, mas ainda hoje a maior parte das mulheres que se relaciona com alguém, seja uma amiga, um namorado ou colega de trabalho, faz isso com entrega de sentimentos. A mulher se envolve, vive, se coloca no lugar do outro, sofre e vibra junto, compartilha, torce e se esforça, mas quando o retorno não vem, o “custo” pode ser alto demais e a conta fica pesada para ser paga sozinha... E é aí que escolhas tem de ser feitas.
Difícil esse momento... mas respeito ainda é fator primordial pra mim... É absolutamente impossível gostar de alguém sem respeitá-lo primeiro e disso, me desculpem, eu não abro mão. Consideração para "dividir a conta" é o mínimo que se espera de alguém que te respeita de verdade.
E, de contas, nós mulheres entendemos muito bem (rs) e sabemos que não importa quão alta ela seja, se o "benefício" que nos trouxe nos fez feliz, pagamos cada centavo com prazer... Somos capazes de nos adaptar a situações, nos adequar a propostas, mas não aceitamos mais ficar "na estante" porque temos que ter certeza de que quando a vida nos apresentar a "conta" - e ela virá! - será necessário que olhemos para traz e descubramos que valeu a pena... de verdade.



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